Toda semana alguém pergunta quanto custa fazer um site, e a resposta honesta é sempre a mesma: depende do que o site precisa fazer. O problema é que “depende” não ajuda ninguém a planejar. Então este texto vai até onde dá para ir sem ver o seu caso: o que entra no preço, as faixas que a gente vê no mercado em 2026 e as perguntas que fazem o número subir ou descer.
O que você está pagando quando paga por um site
Um site não é só o arquivo que abre no navegador. O preço cobre, em proporções diferentes conforme o projeto:
- Descoberta e escopo. A conversa inicial, o mapa de páginas, a definição do que o site precisa resolver. Pular essa etapa é o que gera retrabalho caro depois.
- Conteúdo. Estrutura de cada página e redação. Se você entrega tudo escrito e revisado, essa parte encolhe. Se a agência escreve, ela pesa.
- Design. Layout das páginas em desktop e celular. Um site de cinco páginas tem cinco layouts para desenhar e aprovar.
- Código. A construção em si, mais integrações (formulário, painel de edição, agendamento, loja) e os testes em vários aparelhos.
- Publicação. Configuração de domínio, hospedagem, certificado, e-mails, ferramentas de medição.
Quando alguém anuncia um site “por R$ 300”, quase sempre uma dessas etapas foi cortada (normalmente escopo e conteúdo) e a conta chega depois, em forma de site que não converte ou que ninguém acha.
Faixas de valor que a gente vê em 2026
Estes números são ordem de grandeza para o Brasil, para uma empresa pequena ou média contratando um estúdio ou profissional independente. Não são tabela e não substituem um orçamento.
- Landing page de campanha (uma página, um objetivo): algo entre alguns milhares de reais, dependendo de quanta prova social e medição a página exige.
- Site institucional de 4 a 7 páginas, sob medida: a faixa mais comum de contratação séria, com escopo fechado, conteúdo trabalhado e SEO na estrutura.
- Site com módulos (loja, área de cliente, agendamento, catálogo grande): sobe conforme cada módulo, porque cada um tem regra de negócio, teste e manutenção próprios.
- Construtor “faça você mesmo” com assinatura mensal: o desembolso inicial é baixo, mas você paga todo mês e fica preso à plataforma. Costuma sair mais caro em três anos e é difícil de fazer ranquear.
O que faz o preço subir
- Quantidade de páginas e de idiomas. Cada página é conteúdo, design, código e teste.
- Funções além do institucional. Loja, login, pagamento, integração com sistema de terceiros.
- Conteúdo do zero. Se não há texto, foto nem identidade visual, isso entra no projeto.
- Migração de site antigo. Preservar URLs com tráfego e redirecionar o resto para não perder posição no Google dá trabalho, mas evita um prejuízo maior.
O que faz o preço descer
- Escopo enxuto. Começar com o essencial e adicionar depois.
- Conteúdo pronto. Textos revisados e imagens em mãos.
- Decisão rápida. Rodadas de aprovação que não se arrastam por semanas.
Por que “a partir de” quase nunca ajuda
“A partir de R$ X” é o preço do cenário mais simples possível, que raramente é o seu. Ele serve para atrair contato, não para planejar. O que ajuda a decidir é um escopo escrito com preço fechado: a lista do que será entregue, o prazo e o valor único, sem cobrança por hora e sem surpresa no fim. Se um orçamento não tem isso, peça. Ou desconfie.
Como a Splash trabalha esse ponto
A gente fecha escopo e preço antes de começar, depois de uma conversa de 30 a 45 minutos para entender o negócio e o que o site precisa resolver. Você recebe o número junto com a lista do que entra e o prazo. Sem “a partir de”.
Se quiser ver o que costuma estar incluso e como é o processo etapa por etapa, a página de criação de sites tem tudo detalhado. E se já quiser um número para o seu caso, o WhatsApp é o caminho mais rápido.